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Sobre o Autor: José Elias de Godoy | Oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo, graduado pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco e em Gestão de Segurança Empresarial e Patrimonial pela Universidade Anhembi-Morumbi |  Pós-graduado em Planejamento Empresarial pela Universidade São Judas Tadeu| Docente do Senac São Paulo, da Universidade Secovi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo e da Associação das Administradoras de Bens, Imóveis e Condomínios de São Paulo - AABIC | Colunista de matérias sobre segurança condominial para revistas, portais e jornais do segmento de condomínios | Diretor na empresa SUAT Assessoria e Treinamento em Segurança e Especialista de Segurança em Condomínios e autor dos livros “Manual de Segurança em Condomínios’’ e “Técnicas de Segurança em Condomínios”.

LEIA ABAIXO ARTIGOS DE JOSÉ ELIAS DE GODOY

O Síndico que é o representante legal dos condôminos em um Condomínio. Ele adquire e é revestido de poderes como procurador do grupo de moradores para gerir os interesses do Condomínio. Sua função é promover a administração geral e executar as deliberações das assembleias.
 
Hoje em dia temos a figura do síndico profissional, que é uma pessoa contratada pelo condomínio para exercer todas funções e atribuições do cargo porém sem ser, necessariamente condômino, um profissional que possua dedicação, competência e preparo exclusivo ao trabalho de gestão técnica e isenta de interferências ou mesmo influências dos demais vizinhos. 
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City-CameraFace ao elevado número de assaltos no entorno e dentro dos prédios, ocorridos neste último ano na cidade de São Paulo, observou-se a necessidade em se unir esforços entre os condomínios e os órgãos de Segurança Urbana do Município de São Paulo, entre outros, a fim de se minimizar tais dificuldades. Baseados nesta ideia, a concepção através de uma rede de monitoramento inteligente, surge como uma forma de se implantar um projeto de proteção e ações para se prevenir e combater a criminalidade ao redor dos condomínios, residências e comércios. Para tanto, foi desenvolvido o Projeto City Câmeras, da Prefeitura do Município de São Paulo, que consiste numa plataforma de monitoramento de segurança da cidade, reunindo imagens de todas as câmeras conectadas ao sistema e que poderão ser acessadas diretamente, batalhões da Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana (GCM), garantindo mais agilidade nas ações de prevenção e combate ao crime, contribuindo assim, também nas investigações de delitos, junto à Polícia Civil, através dos distritos policiais. Para formar essa rede de monitoramento, além das câmeras dos órgãos públicos, serão utilizadas câmeras de segurança residenciais, de prédios e as que estão instaladas em pontos comerciais.

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Os marginais, atualmente, têm-se utilizado dos mais diversos ardis para entrar nos condomínios com a finalidade de cometerem algum tipo de delito contra seus moradores. O que vem chamando atenção são os fatos ocorridos na cidade de São Paulo, ultimamente, onde ladrões, menores de idade, se passam por condôminos ou mesmo parentes de moradores para invadirem os prédios e cometerem o assalto.
A última matéria foi veiculada da seguinte forma: Garotos entre 11 e 15 anos se especializam em furtos de apartamentos em SP - A Polícia Civil estima que até 40 meninos participem dos furtos. No último deles, os jovens levaram cerca de R$ 50 mil reais em produtos - Eles escolhem bem o alvo e monitoram o movimento na portaria. Bem vestidos, não despertam a suspeita dos porteiros e conseguem entrar normalmente nos edifícios, como se fossem moradores. Em alguns casos, fazem amizade com outras crianças do prédio. São garotos entre 11 e 15 anos, de classe média, que já ficaram conhecidos da polícia.
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Há alguns anos as ocorrências em condomínios se resumiam a furtos nas garagens, onde os ladrões adentravam nestes locais com o objetivo de surrupiar toca-fitas e objetos de valor que estivessem expostos no interior dos veículos ou mesmo outros que estivessem largados nas garagens.
 
Os marginais utilizavam como principal modus operandi as falhas havidas nos pontos vulneráveis, uma vez que se aproveitavam de alguma brecha, nas áreas de acesso principais ou perimetrais, tais como portões, grades ou muros baixos a fim de cometerem seus ilícitos. Mas, infelizmente não se limitaram apenas aos estacionamentos dos prédios, visto que hoje estes agressores da sociedade invadem os apartamentos e roubam os bens de seus moradores, isto quando não se utilizam de atos de violência, no intuito de intimidarem e agredirem suas “presas”, gerando traumas, muitas vezes irreversíveis, às vítimas deste vandalismo.
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Mais uma vez a imprensa paulistana noticiou, neste  último mês de junho, invasões e furtos em  vários condomínios na Zona Sul da Capital.
 
O que chamou a atenção foi a maneira que o bandido atuou, pulando os muros e escalando as paredes pelo lado de fora do prédio,  sendo a matéria veiculada da seguinte forma:
 
'Homem-aranha' é suspeito de escalar 4 prédios e furtar 9 apartamentos neste ano no Itaim Bibi, em SP; Polícia analisa vídeo com ladrão subindo pela parede; ele já conseguiu chegar até o 12º andar de edifício em bairro nobre. De fevereiro a maio, criminoso já levou relógio Rolex, celulares e dinheiro. O ladrão apelidado de "homem-aranha", pelo modo como invade condomínios de alto padrão no Itaim Bibi, é suspeito de escalar quatro prédios e furtar nove apartamentos neste ano no bairro nobre da Zona Sul de São Paulo).
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