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Sobre o autor | Orandyr Luz


Consultor, articulista e palestrante especializado em gestão condominial, advogado especializado em Direito Condominial.

Autor dos livros "Evolução Histórica do Condomínio Edilício", Editora Scortecci, 2013, São Paulo - SP | "O condomínio daquela rua - Histórias e causos nesse ambiente peculiar", Editora Biblioteca 24horas, 2015, São Paulo - SP | "O Condomínio & Você", Editora Juruá, 2018, São Paulo - SP.

Ciclista, leitor, cidadão.
Escritor do Blog:  www.condoreflexoes.com 

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O condomínio, por suas características intrínsecas, é o tipo de ambiente que pode propiciar a criação de “panelinhas”, grupos antagônicos na forma e no entender de como administrar o patrimônio comum.

Debates acalorados em assembleias cheias, apresentação de ideias, propostas incompatíveis entre si não são sinônimos, necessariamente, de que as coisas andam tumultuadas por lá. Muito pelo contrário, na maior parte das vezes. Podem significar, isso sim, que os interesses coletivos estão sendo preservados e conduzidos democraticamente.

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A assembleia discutia sobre a necessidade de se implantar – ou não – câmeras de segurança nas áreas comuns.
 
Furtos de equipamentos do prédio vinham ocorrendo, bem como de equipamentos de som dos carros, nas garagens. Até algumas chaves storz, aquelas que travam o esguicho na mangueira de incêndio, tinham sumido.
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Acabo de ler na mídia digital (16/06/2017) que um prédio residencial de Londres, destruído pelas chamas e deixou pelo menos 30 mortos, utilizou na reforma feita no ano passado um revestimento mais barato e inflamável, segundo informou o jornal britânico “The Guardian”. Trata-se do edifício Grenfell Tower, de 24 andares, foi construído em 1974 e abrigava 120 apartamentos. 

Em 2014, os condôminos foram orientados, ainda segundo o “Guardian”, a permanecer nos apartamentos até segunda ordem caso o prédio pegasse fogo, pois as portas seriam capazes de conter as chamas por 30 minutos, o que poderia explicar a hesitação de alguns em fugir imediatamente.

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barulho
 
Ele havia acabado de se mudar para aquela quitinete de quarto-e-sala na nova cidade, que, até então, não conhecia.
 
Tudo era absolutamente novo, inclusive trabalho; as preocupações eram inúmeras…
 
– Que ônibus passa ali…? E na volta pra casa? Tenho que andar tudo isso?!
 
– A estação do metrô é longe? Supermercado? E lavar roupa? Essa feira fica onde?
 
À noite, exausto, deitava-se bem cedo. Ele se deliciava com todo aquele silêncio; há tempos não ouvia isso.
 
Mas, pouco tempo se passou, até que pudesse perceber a presença da vizinha de apartamento, bem ao lado do seu.
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travesseiro-na-janela
 
Um grande amigo morava em Higienópolis, bairro tradicional na capital paulista.
Ele trabalhava o dia todo; chegava tarde em casa, mas, mesmo assim, ainda sobrava alguma energia para administrar os afazeres domésticos.
Ele tinha, também, uma mania – pode-se dizer assim, na falta de uma palavra mais adequada – de abrir janelas e portas para o ar circular, bem como de colocar cobertas e travesseiros na janela para tomar sol.
“Pra respirar!” – dizia.
Certo dia, pela manhã, preparando-se para ir ao trabalho – mas, na verdade terminando seu café da manhã – percebeu que, da cozinha, vinha uma algazarra lá de baixo. Foi verificar e constatou um monte de gente apontando para cima, gesticulando, falando alto… E, então, ele ouviu a palavra fogo!!!
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